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sábado, 22 de janeiro de 2011

Escola SESC de Ensino Médio


Apetece-me abrir como um livro em branco e a cada palavra uma emoção. Um significado, um pedaço de ficção tornado real. Caminhando em busca de novos horizontes e encontrando lugares onde o olhar brilha e pousa. São amigos, são irmãos. Somos uma família. Construíndo um sonho, a escola, construíndo nós mesmos.
As festas das alegrias no restaurante, as cores do torneio das casas, a sagacidade de ser Servidor. É da 1ª a 3ª série. É de todo lugar, do Brasil ao Rio.
Moramos na Literópolis, rimos na Escola Aberta, fervemos no FesCrip. Seja na Tutoria, na turma, na vida, somos alunos, somos ESEM. Diga-se ao final de tudo: "O dia em que deixamos o conforto de nossas casas para seguir em uma aventura sem saber quais seriam as nossas consequências". É um ciclo de ano após ano, de turma após turma.
A cada manhã que chega, o sol anúncia que sabemos o motivo. E desse lugar olhando lá pra fora do ''muro'' avistamos o mundo. É tão diferente saber que aqui tudo muda, tudo troca de lugar, e para além do muro o mundo não muda, pois esperam por nós para mudá-lo. É o que aprendemos aqui.
Somos estimulados a lutar quando ouvimos que você nunca saberá o quanto você pode fazer enquanto não tentar. Aqui é um segredo onde só quem vive pode dizer. Somos o Jatobá e aceitamos novas árvores ao redor, novas raízes, novas culturas, novos olhares, nova família.
E como todo começo termina e todo final começa. Já é hora de partir! A vida nos chama para além dos muros. Já é o 3º ano. É a Escola SESC de Ensino Médio - Assim é a forma mais simples de me descrever e o resto vocês descobrem com o tempo.

sábado, 8 de janeiro de 2011

Unlocked World



Quero escrever o que não consigo dizer. Sinto-me a desfalecer, como um sobrevivente num barco no meio de uma tempestade onde sabe que só um milagre o fará sobreviver. Porque sou assim? Porque não consigo controlar-me. Tento sempre algo com medo das pessoas não gostarem de mim. Não quis sofrer mais por isso decidi afastar-me de toda a gente. Agora em vez de um coração tenho uma pedra. Difícil será pedir ajuda, mas porque fujo de tudo e de todos. Não enfrento os meus medos. Sempre a fugir, mas os problemas não desaparecem, apenas adormecem num sono leve. Continuamente dormindo até um dia acordar - mais furioso que um bebê com sono. Será que um dia vou acordar para a vida? Será que algum dia vou deixar de fugir, de não precisar me esconder por detrás de uma máscara. Algum dia terei paz, comigo mesmo. Procuro o que? Escondo-me do que? Do sofrimento?! Mas senão sofrer não viverei, ficará sempre a angústia de poder ter feito algo mais, capaz de ter feito outra coisa para mudar a mim. Então o que me falta? Não sei,
Não me conheço e muito menos sei quem fui, sou ou serei. Sou um sentimentalista barato daqueles livros que se compram mesmo não sabendo o fim são todos iguais e terminaram de certeza da mesma maneira. Só muda o conteúdo, a forma do conteúdo é sempre mesma. Devo ser mesmo uma criançinha, não amadureci o suficiente. Não cresci em termos mentais. Se calhar não vivo, sobrevivo. Vou sobrevivendo, não questionando, não esticando a corda. Se calhar limito-me a seguir as pegadas dos outros. Em vez de ter uma personalidade própria. Se calhar também por ter mentido, muito a mim próprio agora já não sei quem sou. Perdi-me no caminho, e agora não sei o caminho de volta. Um circulo vicioso, onde já não se sabe onde começou e onde acaba. Ainda terei a tempo, de me encaminhar e não me perder de vez?
Alguém saberá me dar essa resposta e tantas outras que eu não sei. Talvez não tenha procurado bem, ou não tenho procurado nos sítios certos.
O lamentar não me ajuda em nada, só faz com que tenha pena do que estou a ser neste momento. O frio passou, o frio que tinha quando comecei a escrever, mas o gelo dentro de mim, a angústia, a tristeza, o sofrimento continua. Não há alegria nos meus olhos, como num dia cinzento onde só chove. Em que em minha cara são as gotas que caíram nesse dia de temporal, onde o sol se escondeu tornou-se cinzento, carregado. Não há cores vivas, mas sim cores mórbidas. Algum dia terei gostado de alguém realmente? Sim, apesar de tudo não sou assim tão frio. Da minha família, dos meus verdadeiros amigos, desses gostei. Então quando deixei de gostar? Quando deixei de ter interesse na vida? Quando passei a sobreviver, como um náufrago onde só se ver mar e mais mar. Mas acredito que sobreviverei, mas já não tenho a certeza de nada.

quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

São tempos de morangos

“Há algo agradável nas tempestades que interrompem a rotina. A neve ou a chuva gélida nos liberam subitamente das expectativas, das exigências de resultados e da tirania dos compromissos e dos horários. Todos os afetados pela tempestade são unidos por uma desculpa mútua.”


São tempos sombrios - já dizia Albus Dumbledore em vidas passadas. São tempos que um novo rumo se inicia, são vidas que renascem, são esperanças que se renovam a cada inter momento de segundos em que as horas se dissipam. São poeiras no vento que engolimos. São novos livros escritos. A estrada continua e nunca termina. É mais um despertar de uma primavera de folhas no chão, vidas que passam e perpetuam. Digo que ao escolher um caminho, tenha certeza de que não é um caminho sem saída, pois suas escolhas te definem e suas vontades te guiam. Já andei e repensei várias vezes. A neve nunca cai no verão. As folhas nunca renovam no inverno. Eu fecho os meus olhos por um único momento, e o momento se vai. Todos os meus sonhos passados antes de uma curiosidade se acabam numa poeira no vento. Enquanto o sol aqui demora a aparecer, lá no meu ‘’mundo’’ ele já nasceu há séculos. Hoje todos se foram tomando um caminho de volta para uma nova realidade. Tomou para cada um uma alegria, para cada alegria um novo obstáculo.
- Aproveite enquanto são tempos de morango – Dizia o belo professor de Língua Portuguesa. Essa nova etapa de uma nova vida vai exigir muito mais de vocês.
De certa forma exigiu muito. A hora da estrela não foi um livro pra ler, foi uma leitura para ser interpretada. Cada um a sua realidade. As aulas de teatro que nos alegravam, a mesa do almoço que apesar de monótona já pedia descanso. As oficinas que nos esgotavam e a preocupação do ‘sem tempo’ para isso e para aquilo. Ainda guardo a chave do 127, hoje um armário vazio no corredor. O pentagrama que eu tinha, certa pessoa o levou. Os amigos que eu conquistei, o tempo nos fortaleceu. É mais uma neve de verão e o sabor de chocolate ainda sinto quando cheiro a terra molhada. É só mais um 204 em um sonho de esperanças, é uma experiência de adolescência que nos resta lembrança. É mais um natal no belo dezembro. Assim continua a história, novas pessoas chegaram e serão recebidas com carinho, é mais um ano letivo. É um novo mundo – grande horizonte. Abra os olhos e veja que é verdade. Mundo – do outro lado das assustadoras ondas azuis.

domingo, 28 de novembro de 2010

As melhores aulas de Química


As aulas de química sempre eram as mais felizes quando estávamos juntos, sem contar a emoção da melhor professora (Cynthia) com a sua turma-afilhada.

saudades daquele tempo em que os amigos compartilhavam as mesmas emoções . . . #Esemfeelings


Turma 1J 2009.
Aline (Single N) - AP
Alinne (Double N) - GO
Amanda (Amandinha)- MG
Andre (Dreeh) - RR
Cássia (Cassilene)- SC
Caio (Cacaio) - MS
Fábio - PR
Gabriele (Gabih) - SP
Herliton (Ton) - PB
Leticia(Pilar/Leti) CE
Matheus (Pelzer) - RS
Mateus - PE
Moisés (Marivaldo)- AC
Patrícia (Paty) - SE
Patrick Lara - RJ

terça-feira, 12 de outubro de 2010

Felicidade Clandestina

Sorri quando a dor te torturar
E a saudade atormentar
Os teus dias tristonhos vazios

Sorri quando tudo terminar
Quando nada mais restar
Do teu sonho encantador

Sorri quando o sol perder a luz
E sentires uma cruz
Nos teus ombros cansados doridos

Sorri vai mentindo a sua dor
E ao notar que tu sorris
Todo mundo irá supor
Que és feliz

terça-feira, 22 de junho de 2010

Coisas Exótericas

Não é o outono em New York que fazem com que as folhas caem. Algumas coisas no ar fazem as máscaras das pessoas caírem também. Assim como as estações a pessoa tem o poder de mudar não acontece assim muito frequentemente, mas quando acontece quase sempre dá certo, algumas vezes pode-se emendar o que se quebra, e às vezes a gente se abre e deixa entrar coisas novas, mas na maioria das vezes para uma pessoa que tem medo de demonstrar seus sentimentos basta só uma oportunidade que ela jamais julgaria possível. E algumas coisas não mudam nunca então que comece os novos jogos.
Eu tenho medo do que possam pensar e do que tudo que possa vir à tona. Nesse final de semana algumas coisas já deixaram claro mais ou menos o que há certo tempo eu temia.
Minha vida já não consegue ser a mesma de antes, só de pensar que dentro de uma semana estarei mais perto de ter 18 anos, me deixa com vontade de permanecer na adolescência, onde tudo é mais fácil. Ter 18 anos só vai aumentar muito mais a responsabilidade que eu já tenho. Algumas coisas devem ser esclarecidas, mas falta coragem pra isso.
“- Estou preparado pra te namorar!
- Mas eu não!
- 4 silabas, 3 palavras, 7 letras!
- No momento que eu disser, não será o início de uma coisa, ma o fim. Olha, eu prefiro esperar, quem sabe no futuro!

quinta-feira, 27 de maio de 2010

Venha (Touch me)

Lá vou eu como um barco

Sem um rumo e sem farol

Quantos mares eu verei

E quantas luas rubras,

Depois do sol

Lá vou eu como um barco

Sem estrelas, sem farol

Quantos rostos eu verei

Em tantas luas cheias

Depois do sol

Venha me tocar

Onde eu gosto, eu te peço

E eu quero mais

E de novo

E outra vez, eu te imploro...

sábado, 15 de maio de 2010

Nogueira - RJ : sensações e descobertas... (nostalgia)

Estávamos saindo da escola... Meu estômago parecia estar cheio de borboletas, não conseguia desviar minha ansiedade para poder parar em mim mesmo e pensar um pouco sobre a vida. Impossível; pois além da minha ânsia em chegar logo a Nogueira para poder lembrar um pouco do frio da minha cidade, e conhecer mais sobre aquele lugar onde nosso Imperador passava o verão, os guris estavam a cantar sertanejo durante todo o trajeto. Não que eu não goste, mas era impossível manter a concentração em algo com as desafinadas e, principalmente, com as letras do ritmo do Centro-Oeste brasileiro.
Muitas sensações foram “experimentadas” durante o percurso de ida. O sentimento de estar indo para casa vinha a minha cabeça a todo instante ao perpassar a Serra. As montanhas me remetiam a Serra Gaúcha, que fica a caminho da minha cidade. A música já não me atrapalhava mais; para mim pouco importava o que estava sendo tocado e cantado; sentia o cheiro de nostalgia no ar.
Durante a subida à Petrópolis parecia que eu estava deixando os pesos do dia a dia e estava pegando, aos poucos, na minha liberdade. Quanto mais subíamos, mais me sentia livre e mais tinha vontade de pegar essa liberdade que aflorava a minha pele.
Paramos no SESC Quitandinha e fomos conhecer aquela maravilhosa arquitetura que já foi hotel, casa de jogos, cenário de novela, condomínio. Quase tudo era original. O sentimento de já ter vivenciado tudo aquilo me arrebatava a todo instante; milhares de “Déjà vu” aconteciam... A decoração era maravilhosa e me tive a oportunidade de me observar naquela “mansão”; eu já estava fora de meu corpo. Vivia momentos de paz. A história daquele lugar atingia o meu pensamento e me fazia sentir as emoções já sentidas tantas vezes ali.
O meu olhar não era mais o mesmo. À medida que íamos nos organizando para voltar ao ônibus ia me sentindo agoniado, pesado. Parecia que o sentimento de liberdade estava me abandonando, cedendo lugar ao desespero, cedendo lugar aos não bons pensamentos. Deveria ser cansaço, não sei. Talvez os momentos que vivi no Quitandinha, naquela visita, me proporcionaram tal indisposição, pois era como visitar o meu passado.
Subimos no ônibus com os nossos sucos. Mais uma vez estava sozinho no banco do veículo. Naquele momento era necessário estar sozinho, era necessário pensar. O pôr do Sol se fazia presente e quando chegamos a Nogueira, bairro de um distrito de Petrópolis, já era noite e a agonia tinha se transformado em inquietação, irritação.
Pegar a chave, o controle e a água. Arrumar as malas no elevador. Subir as escadas e pegá-las. Quarto 301. Cama do lado da TV. Sacada de frente pras montanhas. Chuveiro desregulado.
Tomei banho e fiquei bem. Fui jantar com os guris e depois fomos à Festa Alemã. Voltei a ficar ansioso, estava louco para que a festa começasse para que eu pudesse reviver um pouco da cultura do meu estado. A festa começa ao som de “Ein prosit der Gemütlichkei”. Meu coração estava acelerado e o sorriso estava estampado em minha face. A alegria tomava conta de mim, nunca tive a sensação de estar tão “em casa” não estando “em casa”. Dancei, cantei, caminhei. A explosão de alegria me regia. Meus pés doíam. Dormi como nunca tinha dormido antes.
Saímos pela cidade e as sensações continuaram. Caminhar pelas ruas de Petrópolis nos dias atuais era a mesma coisa que caminhar lá na época do Império. O ar da cidade me enchia de esperanças e recuperava meus ânimos para o retorno.
O céu era azul, a temperatura era agradável. Descobria uma cidade irmã da minha. O tempo passava rápido, de uma forma que o tempo de nossa visita parecia estar reduzindo e já começava a sentir saudades daquele lugar.
Saímos do hotel. Deixei minha mala no bagageiro e entrei no ônibus. Não estava mais sozinho no banco, o que não me impedia de estar mal. Eu ainda estava sozinho, mesmo acompanhado. Descemos a Serra. Meu ouvido doía por motivo da diferenciação de altitude. Em instantes chegamos a escola. Estava vazio de sentimentos, mas ao mesmo tempo cheio de sensações vivenciadas, talvez fossem sensações vazias, revividas durante os curtos três dias de viagem. Chegava em meu quarto e agora, sem precisar estar com a garrafa de água, nem dormir do lado da TV, cansado, a esperar por aquilo que já aconteceu. Redescoberta.

Créditos ao autor: Renan Portolan.

sexta-feira, 14 de maio de 2010

Escola Sesc de Ensino Médio

É preciso reviver o sonho e a certeza de que tudo vai mudar. É necessário abrir os olhos e perceber que as coisas boas estão dentro de nós, onde os sentimentos não precisam de motivos nem os desejos de razão. O importante é aproveitar o momento e aprender sua duração, pois a vida está nos olhos de quem sabe ver.
É curioso como não sei dizer quem sou. Quer dizer, sei-o bem, mas não posso dizer. Sobretudo tenho medo de dizer por que no momento em que tento falar não só não exprimo o que sinto como o que sinto se transforma lentamente no que eu digo... Sou como você me vê. Posso ser leve como uma brisa ou forte como uma ventania, depende de quando e como você me vê passar. Não me dêem fórmulas certas, por que eu não espero acertar sempre. Não me mostrem o que esperam de mim, por que vou seguir meu coração. Não me façam ser quem não sou. Não me convidem a ser igual, por que sinceramente sou diferente. Não sei amar pela metade. Não sei viver de mentira. Não sei voar de pés no chão. Sou sempre eu mesmo, mas com certeza não serei a mesmo pra sempre.
Não quero dormir, porque eu não sei se vou me levantar. O dia em que deixamos o conforto de casa para seguir em uma aventura sem saber quais seriam as nossas conseqüências. Tenho que cantar mesmo se eu chorar, pois entre as lágrimas minha voz irá soar. Eu não sei o motivo, mas desse lugar olhando lá pra fora do ''muro'' eu vejo o mundo. É tão diferente saber que aqui tudo muda tudo troca de lugar, e para além do muro o mundo não muda.
Eu sei que essa é a parte em que o fim começa... Aqui onde ninguém me ver, eu fico prendendo o choro, calando o sorriso e gritando em silêncio... O meu medo não é aqui, a frase vaga na minha mente... O calor já se foi e o frio vem... Com o vento cortante e árdido sobre minha pele, a lágrima escorrega sobre a face e fica gélido quando o vento sopra e eu tenho medo do escuro, dos fantasmas a minha volta. Eu danço pra esquecer tudo, extravaso pra ocupar a mente, fico em silêncio pra ouvir o que falam, não falo pra não estragar os discursos dos outros, não tenho opinião, tenho certezas. Faço das minhas palavras a da Edir: Quem sabe a matéria tem dúvidas, quem não sabe nada, não tem dúvidas. Porém concluo, o meu silêncio é a obra mais bela que pude criar, pois é nela que eu divido e faço acontecer, é dela que brotam os melhores pensamentos os quais ninguém pode invadir. Se em meu silêncio incomodava, se minhas opiniões nunca foram concretas, eu respondo: as atitudes me fizeram ser assim. Ouvi, ver, tocar, cheirar e saborear, usei ao meu favor os 5 sentidos do corpo pra no final expressar o que eu sinto sem contradizer o que muitos fazem por impulso.
Somos 347 adolescentes em busca de seus sonhos, somos 347 sonhos querendo ser realizados, somos 347 esperanças depositadas, somos UMA FAMÍLIA!



Meu texto? Pensamentos da Madruga. O autor? Silêncio da Noite. Prazer: Andre Bruno.

domingo, 26 de julho de 2009

4ª Temporada de Unlocked World

Contagem Regressiva para a 4ª Temporada de Unlocked World.
Por: Mac D.

Ao menos 6 dias para a estréia da 4ª temporada de Unlocked World (tradução: Destrancando o Mundo ou Mundo Destrancado) , os fãs já aguardam com muito entusiasmo a nova trama que dessa vez promete ser bem melhor do que já vinha sendo. Ainda lembra-se como se fosse ontem que invadia a tela do público com a 1ª temporada no dia 17 de Fevereiro de 2008. Desde então o trabalho que deu certo nunca mais parou. No início desse ano decididamente no dia 05 de março veio a 3ª temporada com novos rostinhos invadindo muito mais a curiosidade do público. Exibida pela TV Britânica Parallel World que comprou todas as temporadas e pretende assinar contrato com a Produtora Gacbdz responsável pela Gravação/Criação e Distribuição do seriado. A trama que envolve intrigas de adolescentes, amores incertos, estudo, loucuras, risos, amizade e entre outras coisas promete nessa nova temporada ser mais intenso que a última, lembramos que no último episódio exibido no dia 12 de Julho ficou cheio de emoções com as despedidas na volta pra casa, o momento de ir e a vontade de ficar e arrancou 16.2 pontos de audiência. O maior até então, venceu contra 10.1 do seriado That’s So Raven que está na sua 11ª temporada.

A Nossa equipe andou por aí e finalmente conseguiu obter mais sobre a série com a entrevista que Andre Bruno Valente (que interpreta o personagem Dreeeh) deu ao nosso site.









Foto da Série Unlocked World,3ª Temporada.

Site.: “Como Foi participar da 3ª temporada do seriado?”

AB.: “... Bom, no início foi difícil como qualquer outro trabalho que você inicia, porém me adaptei depois de algum tempo, a equipe de produção é ótima. Quando o Regional me falou a respeito do projeto da nova temporada eu me apaixonei, apesar de eu só ter visto o vídeo do início da 1ª.”

Site.: “Como foi gravar os últimos episódios da 3ª temporada?”

AB.: (risos) “Então, quando as semanas de atividades terminarão, deu-se início as últimas cenas, foi uma sensação de trabalho cumprido, confesso que houve emoção realmente, o envolvimento no seriado é tão grande que você mesmo se emociona com o seu trabalho. O ultimo que foi ar, foi um dos mais tristes e difíceis de realizar, mas ali todos são muito fortes e determinados a fazer o que tem que ser feito...”

Site.: “E o futuro nessa nova carreira daqui pra frente?”

AB.:
(pensativo) “A produtora quando ingressei disse que seria tudo de bom, que eu podia contar com todos ali, assinei o contrato até 2011 (3ª, 4ª, 5ª, 6ª, 7ª e 8ª temporada). Fiquei feliz, agora percebo que ainda tenho muito trabalho pela frente, porém tudo conta pelo meu desempenho pra ver se eu posso continuar.”

Site.: “E como esta sendo a 4ª Temporada que o público ainda não viu?”

AB.: (risos) “Bom, a nova temporada promete ser bem melhor, eu indico que não percam e fiquem ligados que nessa tudo pode acontecer, algumas coisas serão radicais, outras serão surpresas, a única coisa que posso adiantar é que eu não estarei nos primeiros episódios de estréia. E que o crescimento emocional da Gabes (interpretada pela atriz Gabriela Esteves) vai ser de arrasar. Sem contar as loucuras e risos da Bia (Beatriz Zanon) com o Zequi (Ezequiel Eric). As insanidades de Camilete e Cia (Camilo Lírio). Os Comentários de Donizete (Daniela Saluti). E por final as Decepções de tirar o riso com o Lucazete (Lucas Sperb) e entre outros.”

No último dia 26 de Julho conseguimos entrevistar Beatriz Zanon, a querida Bia do seriado. Que revelou as suas expectativas e emoções da série.


Foto da Série Unlocked Worl,2ª Temporada.

Site.: “Como foi estrear na 1ª temporada e agora terminado a 3ª. O que você conclui?

BZ.:
“Que aconteceram muitas mudanças e uma verdadeira reviravolta na minha vida. Foram muitas experiências e novas pessoas a conhecer. Passei por várias coisas e agora que estou aqui, vejo que a minha evolução e crescimento foram enormes.”

Site.: “E sua personagem na primeira à terceira temporada, que mudança nela você mais se emocionou?”

BZ.: “O que mais me emocionou foi quando ela resolveu dizer cara a cara para a turma o que estava passando e faz com que todos refletissem sobre o funcionamento da turma nas aulas. Ela teve coragem, coisa que geralmente ela não tem. Ela encarou o problema, quando não era nem sequer responsável por ele. Foi formal e apologética, reconhecendo seus erros enquanto ninguém mais fez o mesmo. Foi bem legal.”

Site: “Pode nos contar como vai ser sua personagem nessa nova temporada?”

BZ.:
(pensativa) “Ela sofreu uma série de mudanças...(pausa) A maioria delas considero positivas. Ela está mais calma, menos preocupada, muito mais determinada com a cabeça no lugar. Ela pretende começar diferente com a turma, corrigindo o que não funcionava. Está sendo mais dedicada com os estudos, e pretende continuar se esforçando para se tornar bióloga, como pretendia desde o início e tinha desistido. Ela quer estar próxima às suas amigas, para ajudá-las quando necessário e tentar ser mais paciente e ouvir mais. Ela está um pouco mais reservada, por causa de uns problemas que teve nas férias, mas não deixa que eles a atrapalhem. Ela se mostra um pouco mais fria em relação aos seus sentimentos, tentando evitar que eles a afetem de qualquer forma. Adquiriu um novo vício, o de fotografar animais. Ela também virou fã de robôs.”

Site.: “Como foi gravar os últimos episódios da 3ª temporada?”

BZ.: “Foi bem divertido gravar os últimos episódios... acontecerão muitas coisas que a fizeram mudar a si mesma.”

Site.: “E o futuro nessa nova carreira daqui pra frente?”

BZ.: “Quanto ao futuro nessa nova carreira, bom, do futuro não tenho nenhuma certeza, só do agora.”

Site.: “E como está sendo a 4ª Temporada que o público ainda não viu?”

BZ.: “A quarta temporada pode deixar o público um tanto surpreso, porque com certeza será bem diferente das demais.”

Site.: “Nessa nova temporada Bia consegue um amor?

B.Z: Depois de muito conversar consigo mesma, ela diz que não. (risos).

Site.: “Finalizando, sabemos que sua saga termina na 6ª temporada. Porém você já tem planos pra carreira depois do término?”

BZ: “Pretendo ingressar numa faculdade, mas não na minha cidade e provavelmente não no estado de origem. Quero ser bióloga, mas também quero ter contato com todos os amigos que conheci nas 6 temporadas.Acho que com o tempo isso pode mudar de opinião tantas vezes.Até lá ainda nada é certo.”

No próximo dia 01 de Agosto estréia Unlocked World. E com isso a produtora investiu 30 milhões de reais, duas vezes mais do que na temporada passada. Outra novidade é que todos os episódios irão ao ar como promete A TV Britânica Parallel World que na temporada passada 8 episódios não foram exibidos por falta de dinheiro para compra do mesmo. Que tudo indica o site oficial da série que todos os personagens de escala principal permanecem, outros secundaristas foram cortados e o resto continua. A produtora Gacbdz assinou contrato com a Sony e está prevista para o começo de Dezembro o Box com 6 DVDS + extras com as 3 temporadas já exibidas. Contudo eles apostam que se sairão bem investindo nesse novo mercado. Outra notícia que saiu dia 21 de Julho foi à saída do Diretor de gravações Anonimus Santos boatos seguem que o mesmo está com problemas de saúde e precisou se afastar nada ainda declarado se ele volta. Enquanto isso assumiu a responsabilidade o magnífico Camilo Lírio e diz que encarou a continuidade bem sucedida sem problemas.

Fora das telinhas Andre Bruno vem fazendo um trabalho com o produtor Wellington Sousa no Longa “Meninas Internas 2” com início de gravações em Agosto. Nem Andre e nem seus produtores falaram mais a respeito desse novo projeto, o que nos basta é esperar. Beatriz Zanon diz que está trabalhando somente com a série e não está envolvida ainda com nenhum outro trabalho mais que está à disposição caso ocorra. Gabriela Esteves pretende dar o pé inicial a produção do seu CD que leva o nome do seriado, entretanto sem data confirmada para o início. Ezequiel Eric trabalha como monitor de matemática e no editorial do jornal interno da Escola SESC. Camilo Lírio além de ator e diretor agora inicia um projeto com Deborah Pereira para construção de uma cidade de casas nas árvores. Que fôlego ele tem (ufa!,cansei) para tanto, além ele tem “altura” paa isso.

Por enquanto é isso que conseguimos obter até então. Agora é só os fãs e todos aguardarem o começo dessa nova trama que pretende deixar todos sem fôlego. Até a estréia e quem sabe andem por aqui, em breve poderemos ter mais editorial como esse especial dessa matéria.

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009

Escola Sesc de Ensino Médio - Rio de Janeiro | 06 dias pra viver um sonho. :B


Engraçado como as coisas são não?
Só hoje, depois de tempos, percebi que faltam duas semanas pra eu deixar tudo que aqui tenho e ir em busca de algo desconhecido, muito cobiçado, mas deconhecido, longe de tudo que conheço realmente, longe do que eu acho que conheço, tudo novo, tão diferente, tão estranho, mas mesmo assim, não vo desistir, lutei tanto, passei por tantas coisas, sofri, e eu não vo chegar aqui e agora, faltando só 14 dias, e desistir de ir em busca de um sonho, tudo o que eu fiz até aqui foram esforços que demonstraram que quando eu quero eu consigo! Não me importo mais com o que me falaram uma vez, pois provei ou provarei que consigo ser bem melhor do que todos imaginam, realmente, não sei se é o certo, ir, mas muitas pessoas fizeram coisas certas, sem ter certeza que de era realmente o que ia acontecer, então, não custa nada arriscar né!
Então digo a todos que fizeram parte do meu passado, que com vocês, o tempo foi o melhor, todos os dias de minha vida, eu estive com pelo menos um de vocês, vivi o que eu queria viver, aprendi que com vocês a tristeza pula de alegria, que não importa se as coisas estão ruins, se elas piorarem, vocês sempre estarão comigo, não me importo mais com nada a não ser vocês, todos que me fizeram feliz, nossas brincadeiras, nossas conversas, risadas, brigas, tudo! Tudo com vocês agora são só lembranças, mas lembranças que me mostram que vocês são a parte fundamental para a minha sobrevivencia, eu sei que enquanto eu estiver longe, quando eu me lembrar de cada um de vocês, a saudade vai gritar mais alto, porém, eu sei que vocês estão sempre comigo, no meu coração!


Atenção: Esse texto foi de autoria do meu grande amigo Duílio Dalla, que também juntos estamos indo ao encontro de nosso futuro, quaisquer regalias devem ser comunicada a ele.